Este é o meu primeiro post sem rascunho...
Uma amiga pediu para falar desse tema,
E por isso não tenho certeza se vai ser bom.
Então ai está o seu Poema, Mirela.
Bifurcações...
Bom tema!!!
Pois ele lembra as inúmeras decisões que temos que tomar
Decisões...
Gosto de tomá-las
E antigamente tomava-as pela razão...
Já usei a razão,
nas entrelinhas do engano,
já usei a lógica e
entrei pelo cano,
já usei técnicas infalíveis
que com o tempo desanimei,
já corri contra o tempo
e sem chegar ao final me cansei,
já escrevi poesias com regras,
mas não foram bem aceitas pelos leitores,
já achei que amei,
mas eram sentimentos de ilusão,
onde somente eu achei.
Já vivi outras vidas,
onde abandonei a minha ao léu,
já dormi de olhos abertos
com preocupação e pedindo aos céus,
já estraguei minha vida uma vez,
agora tenho a certeza que
não usarei a razão,
agora mudarei meu foco,
serão mudanças em loco,
e um novo sonho implantarei,
darei chance a mim mesmo,
serei mais ousado e atrevido,
deixarei a felicidade me levar,
e seguirei outro caminho,
irei buscá-la a qualquer custo,
não viverei mais no susto,
Não acredito mais na razão,
pois por ela fui enganado,
escutarei mais meu coração,
e me deixarei por ele ser guiado.
Vocês deveriam fazer o mesmo,
Meus leitores.
Acredito na ciência plenamente
Mas nada como a intuição,
A impulsividade
Para nos guiar.
Nos mostrar o caminho
Usem a razão,
Mas de vez em quando fechem os olhos,
E ajam
Fecho por hoje,
E como diz minha irmã,
xo xo, Gossip Boy"
sábado, 6 de novembro de 2010
Desculpas
Caro leitor,
Se você está lendo isso,
Primeiramente me desculpem.
Sei que nos últimos posts eu tenho revelado meu eu
E sei que muitos deles não agradam...
Mas esse sou eu,
Criei o blog para me revelar,
Falar a verdade,
Desculpem-me se não estou agradando,
Mas não busco agradar.
Não busco chocar.
Busco apenas me mostrar
Como um jornalista mostra os fastos
Como um fotografo revela a foto
Como um padre mostra o milagre
Se você está lendo isso,
Primeiramente me desculpem.
Sei que nos últimos posts eu tenho revelado meu eu
E sei que muitos deles não agradam...
Mas esse sou eu,
Criei o blog para me revelar,
Falar a verdade,
Desculpem-me se não estou agradando,
Mas não busco agradar.
Não busco chocar.
Busco apenas me mostrar
Como um jornalista mostra os fastos
Como um fotografo revela a foto
Como um padre mostra o milagre
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Quem sou eu (2)
Não sou humilde...
Fato!
Gosto de ser reconhecido pelas minhas ações
Pelas minhas escolhas...
Isso é tanto que sempre quero ser o melhor.
Em parte por causa do meu complexo de inferioridade
Já retratado em outro post...
Em outra parte pela grande sensação que isso dá
É como um entorpecente,
Um extase próprio,
Uma injeção de serotonina em mim...
Em falar de serotonina!
Serotonina é uma substância a base de selênio
Que da sensação de prazer.
E é encontrada em alimentos como chocolate e banana...
Uma das minhas realização foi um trabalho sobre banana...
Foi ótimo...
Me juntei com os melhores,
Para falar para os melhores...
Me esforceio o máximo,
Pois além de querer o bem do grupo,
E que nós crescecemos juntos
Evoluiciomos juntos...
Eu queria ser reconhecido.
Queria poder dizer além de que estava lá por ser um dos melhores...
Queria dizer que eu era O MELHOR
Para isso pesquiser sobre tudo...
Mostrei que sabia da parte de todo mundo,
E até escondi a minha parte!
Para mostrar que qualquer um ali era desnecessário...
Menos eu...
Eu e meu companheiro de pesquisa,
O qual prefiro não retratar aqui,
Pois este blog é para falar de mim,
Não dele...
Sou assim...
Poderia perder noites e noites falando do meu egoísmo...
De como peço ajuda aos meus amigos,
Peço compania,
E quando eles pedem o favor em troca,
Nego.
Alego ter coisas mais importantes,
Como se eles não fossem importantes...
Que ódio de mim mesmo...
Como posso ser assim?
Assim tão egoista?
Essa semana recebir uma notícia
Ela era que meu colégio abriria uma nova turma
Uma turma unificada.
Assim descobri que eu estava entre os cinco melhores alunos
Foi a gota d'água!
Meu ego estorou!
Comecei a viajar...
A imaginar como seriam as aulas...
Me achei o melhor dos melhores...
Vi que na atualidade eu ja tinha passado muitos amigos
Comcei a zoar com a cara deles...
Fiquei fazendo planos para ultrapassar todos...
Por fim, aterrisei.
Não foi uma para suave,
Foi como uma tristeza morbida,
Um tsunami de culpa...
Como eu poderia ter feito aquilo?
Meus amigos, que sempre estiveram do meu lado
E eu falhando com eles?
Quem sou eu para fazer isso?
Quem sou eu para desvaloriza-los?
Não adianta pedir desculpa,
Pois isso não vai mudar em nada...
Agora só adianta agir
Agir diferente
Não botá-los para trás por eu ser melhor,
Pois eu não sou
Vou tentar ensiná-los como ser melhor também,
Para que no futuro eles me ultrapassem,
Voem,
Brilhem...
A partir de hoje,
Meu caro leitor,
Sou um novo homem.
Vocês são testemunhas que não vou mais agir assim,
Vou esquecer grupinhos,
Vou pensar no coletivo...
Pois sou um lider.
Constitucionalmente,
Ganhando as eleições de representante,
Quanto na vida.
Gosto de estar por cima,
E quero merecer estar.
A partir de hoje,
Sou um novo.
Então amigos,
Vamos esquecer o passado,
Vamos correr,
Vamos voar,
Let's go shine!
Fato!
Gosto de ser reconhecido pelas minhas ações
Pelas minhas escolhas...
Isso é tanto que sempre quero ser o melhor.
Em parte por causa do meu complexo de inferioridade
Já retratado em outro post...
Em outra parte pela grande sensação que isso dá
É como um entorpecente,
Um extase próprio,
Uma injeção de serotonina em mim...
Em falar de serotonina!
Serotonina é uma substância a base de selênio
Que da sensação de prazer.
E é encontrada em alimentos como chocolate e banana...
Uma das minhas realização foi um trabalho sobre banana...
Foi ótimo...
Me juntei com os melhores,
Para falar para os melhores...
Me esforceio o máximo,
Pois além de querer o bem do grupo,
E que nós crescecemos juntos
Evoluiciomos juntos...
Eu queria ser reconhecido.
Queria poder dizer além de que estava lá por ser um dos melhores...
Queria dizer que eu era O MELHOR
Para isso pesquiser sobre tudo...
Mostrei que sabia da parte de todo mundo,
E até escondi a minha parte!
Para mostrar que qualquer um ali era desnecessário...
Menos eu...
Eu e meu companheiro de pesquisa,
O qual prefiro não retratar aqui,
Pois este blog é para falar de mim,
Não dele...
Sou assim...
Poderia perder noites e noites falando do meu egoísmo...
De como peço ajuda aos meus amigos,
Peço compania,
E quando eles pedem o favor em troca,
Nego.
Alego ter coisas mais importantes,
Como se eles não fossem importantes...
Que ódio de mim mesmo...
Como posso ser assim?
Assim tão egoista?
Essa semana recebir uma notícia
Ela era que meu colégio abriria uma nova turma
Uma turma unificada.
Assim descobri que eu estava entre os cinco melhores alunos
Foi a gota d'água!
Meu ego estorou!
Comecei a viajar...
A imaginar como seriam as aulas...
Me achei o melhor dos melhores...
Vi que na atualidade eu ja tinha passado muitos amigos
Comcei a zoar com a cara deles...
Fiquei fazendo planos para ultrapassar todos...
Por fim, aterrisei.
Não foi uma para suave,
Foi como uma tristeza morbida,
Um tsunami de culpa...
Como eu poderia ter feito aquilo?
Meus amigos, que sempre estiveram do meu lado
E eu falhando com eles?
Quem sou eu para fazer isso?
Quem sou eu para desvaloriza-los?
Não adianta pedir desculpa,
Pois isso não vai mudar em nada...
Agora só adianta agir
Agir diferente
Não botá-los para trás por eu ser melhor,
Pois eu não sou
Vou tentar ensiná-los como ser melhor também,
Para que no futuro eles me ultrapassem,
Voem,
Brilhem...
A partir de hoje,
Meu caro leitor,
Sou um novo homem.
Vocês são testemunhas que não vou mais agir assim,
Vou esquecer grupinhos,
Vou pensar no coletivo...
Pois sou um lider.
Constitucionalmente,
Ganhando as eleições de representante,
Quanto na vida.
Gosto de estar por cima,
E quero merecer estar.
A partir de hoje,
Sou um novo.
Então amigos,
Vamos esquecer o passado,
Vamos correr,
Vamos voar,
Let's go shine!
Triste... Mas é verdade
Era uma vez...
Um menino...
Amargurado, triste...
Como um velho palhaço.
Esse menino,
Não conseguia ficar parado,
Era energético,
Elétrico,
Hiperativo.
Não por que fosse feliz,
Ou por que gostasse de se movimentar.
Mas sim por que o movimento era a única coisa que vencia sua tristeza
Sua solidão
Ele andava para esquecer,
Movimentava-se para disfarçar,
Agita-se para sonhar.
Então um dia,
Esse menino se agitou de mais
Andou demais.
Andou
Andou
Andou...
Andou, e subiu uma montanha.
Subiu...
Subiu...
Subiu até sentir que ali era o fim do universo,
E que se desse mais um passo cairía...
Mas não seria uma queda comum...
Seria como uma tomada de conciência
Uma visualização da verdade.
Ele tremeu.
Sentiu uma brisa fazer tremer a sua pele.
Mas nenhuma folha se movimentava,
Seu cabelo não se mexia...
Não era o vento...
Mas sim um conjunto de forças que vibravam dentro de si
Pedindo
Implorando para sair...
Essas forças eram seus sentimentos...
E eles travaram uma luta longa e árdua
Onde lutava a força de se manter estável e fixo
E os impulsos sinceros que choravam pela verdade
Essa batalha
Parecia demorar uma eternidade,
E por fim a tristeza venceu
A verdade venceu...
O menino chorou
Não lagrimas tristes,
Como não também lágrimas felizes...
Eram apenas lagrimas
Lagrimas sinceras
Sinceras lagrimas.
O menino voltou seu caminho,
Onde aprendeu a se alternar entre momentos agitados,
Onde busca esquecer a dor
E momentos calmos,
Onde aceita a dor e tenta compreende-la.
O menino está crescendo...
Evoluindo...
Amadurecendo...
E sua lição vai estar sempre com ele...
A lição que a verdade sempre existe...
Mas a verdade também pode ser triste...
É triste?
Mas é verdade
Um menino...
Amargurado, triste...
Como um velho palhaço.
Esse menino,
Não conseguia ficar parado,
Era energético,
Elétrico,
Hiperativo.
Não por que fosse feliz,
Ou por que gostasse de se movimentar.
Mas sim por que o movimento era a única coisa que vencia sua tristeza
Sua solidão
Ele andava para esquecer,
Movimentava-se para disfarçar,
Agita-se para sonhar.
Então um dia,
Esse menino se agitou de mais
Andou demais.
Andou
Andou
Andou...
Andou, e subiu uma montanha.
Subiu...
Subiu...
Subiu até sentir que ali era o fim do universo,
E que se desse mais um passo cairía...
Mas não seria uma queda comum...
Seria como uma tomada de conciência
Uma visualização da verdade.
Ele tremeu.
Sentiu uma brisa fazer tremer a sua pele.
Mas nenhuma folha se movimentava,
Seu cabelo não se mexia...
Não era o vento...
Mas sim um conjunto de forças que vibravam dentro de si
Pedindo
Implorando para sair...
Essas forças eram seus sentimentos...
E eles travaram uma luta longa e árdua
Onde lutava a força de se manter estável e fixo
E os impulsos sinceros que choravam pela verdade
Essa batalha
Parecia demorar uma eternidade,
E por fim a tristeza venceu
A verdade venceu...
O menino chorou
Não lagrimas tristes,
Como não também lágrimas felizes...
Eram apenas lagrimas
Lagrimas sinceras
Sinceras lagrimas.
O menino voltou seu caminho,
Onde aprendeu a se alternar entre momentos agitados,
Onde busca esquecer a dor
E momentos calmos,
Onde aceita a dor e tenta compreende-la.
O menino está crescendo...
Evoluindo...
Amadurecendo...
E sua lição vai estar sempre com ele...
A lição que a verdade sempre existe...
Mas a verdade também pode ser triste...
É triste?
Mas é verdade
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Um menino...
Era uma vez um menino....
Um pirralho franzino de calças curtas.
Nas mãos um carrinho de plástico,
Nos pés um chinelo de dedo.
Vivia correndo e brincando.
Vivia inventando o mundo...
Queria ser tudo na vida:
Bombeiro,
Médico,
Dentista...
Era uma vez um menino...
Um guri mimado e teimoso.
No coração uma ausência constante,
Na cabeça um sonho distante.
Vivia correndo e brincando.
Vivia no mundo da lua...
Queria ser tudo na vida:
Palhaço,
Acrobata,
Artista...
Era uma vez um menino...
Um rapaz transformado em adulto.
No corpo as mudanças do tempo,
Nas pernas o rumo da vida.
Vivia sonhando e cantando.
Vivia apenas seu mundo...
Teria que ser algo na vida:
Estafeta,
Escriturário,
Balconista...
Era uma vez um adulto...
Um homem transformado em menino.
No mente a imagem distante,
Nos olhos o peso constante.
Vivia trabalhando e correndo.
Vivia sozinho no mundo...
Preferia ser algo na vida:
Filosofo,
Poeta,
Menino...
Um pirralho franzino de calças curtas.
Nas mãos um carrinho de plástico,
Nos pés um chinelo de dedo.
Vivia correndo e brincando.
Vivia inventando o mundo...
Queria ser tudo na vida:
Bombeiro,
Médico,
Dentista...
Era uma vez um menino...
Um guri mimado e teimoso.
No coração uma ausência constante,
Na cabeça um sonho distante.
Vivia correndo e brincando.
Vivia no mundo da lua...
Queria ser tudo na vida:
Palhaço,
Acrobata,
Artista...
Era uma vez um menino...
Um rapaz transformado em adulto.
No corpo as mudanças do tempo,
Nas pernas o rumo da vida.
Vivia sonhando e cantando.
Vivia apenas seu mundo...
Teria que ser algo na vida:
Estafeta,
Escriturário,
Balconista...
Era uma vez um adulto...
Um homem transformado em menino.
No mente a imagem distante,
Nos olhos o peso constante.
Vivia trabalhando e correndo.
Vivia sozinho no mundo...
Preferia ser algo na vida:
Filosofo,
Poeta,
Menino...
Uma história pessoal...
Aquela menina...
Aquela menina?
Aquela Menina!!!
Todos os dias eram iguais,
Aula, aula e mais aula
Nós já não aguentávamos mais
Para nossa sorte,
Nos intervalos dessas,
Umas amigas
E as vezes uns amigos,
Tocavam violão e cantavam em coro
Reanimando
Reacordando
Reposicionando nossos corações
Um momento mágico
Que era tão importante quanto a aula
Tão importante quanto a nauta
Tão importante quanto o doce som da flauta
E assim era a vida,
Alternando entre o cansativo
E o excitante.
Mas um dia tudo mudou.
Uma menina diferente apareceu
Para assistir nossos shows particulares
Outros já viam
Mas ela era diferente
Tinha algo nos seus olhos
Algo que nos prendiam
Você olhava e ficava enfeitiçado.
E quando você menos esperava
Ela retribuía
Olhava de volta
Como se percebesse que era o centro
O centro de todas as atenções
O centro da minha atenção
E era nesse momento
Quando esta notava
Que eu estava admirando-a
Admirando como um pai admira um filho ao passar no vestibular
Admirando como um artista admira ao ver sua obra feita
Admirando como gregos admiravam seus heróis
Nesse momento
Surgia algo diferente
Algo inesperado
Algo que animava,
Queimava,
Intimidava
Mais do que a música do violão,
Mais do que o fogo em uma fogueira,
Mas do que um sermão.
Essa coisa surgia e iluminava o meu coração
Essa coisa
Era uma coisa comum
Mais uma coisa diferente
Coisa que você ver em todo canto
Mas nenhuma lhe prende tanto
Nenhuma lhe anima tanto
Nenhuma tem um efeito tão apaixonante quanto
Essa coisa
Essa coisa que a menina usava
Usava para enfeitiçar quem o visse,
Era um sorriso.
E foi por esse sorriso que eu me apaixonei
Não tenho medo de admitir,
Mas aquele sorriso me pegou de surpresa
Veio como um tiro de caçador em um predador
Sempre despreparado para o maior.
E era isso que eu me sentia...
MAIOR!
Excepcional!
Como um leão se acha o rei,
Eu me sentia o príncipe
Não sei se por causa da minha baixa autoestima relacionada a altura
Ou se por qualquer outro fator externo que tenha aparecido
Mas vamos esquecer o eu
E vamos lembrar o ELA!
Ela...
Ela era maior do que eu imaginava
Eu já admirava seu olhar.
Olhar profundo
Misterioso.
Mas depois que ela mostrou sua outra arma,
Me desmontou.
Um tiro a queima roupa.
Um remédio escondido.
Um ataque no coração.
E assim se passaram os dias...
Com a música tocando,
E a menina aparecendo...
Eu a achava uma mutante,
Pois tão rápido quanto eu a olhasse,
Mais rápido ainda ela sorria.
Eu já não aguentava mais!
Era viciante
Era uma droga
E eu seu dependente
Mas assim como qualquer outro drogado
Queria algo mais
Se seu olhar me prendia,
Seu sorriso me paralisava,
O que fariam suas palavras?
Esse era o meu desafio
Falar.
Dia após dia
Sempre esperando o momento certo
Sempre esperando a oportunidade certa
Esperando
Esperando...
Eu não conseguia me aproximar
Sempre que a coragem era suficiente para me fazer levantar,
Surgia uma frase na minha cabeça:
"E se..."
E se ela me achar feio?
E se ela for comprometida?
E se eu estiver enganado quanto a intenção do sorriso?
E se ela me achar chato?
E se isso?
E se aquilo?
E se...
Era frustante...
O coração queria,
Mas a razão segurava...
O que fazer?
Eu me perguntava...
Até um dia a paixão venceu o medo
E eu fui falar
Falei com ela
E me arrependi de te falado
A conheci de forma ridícula
Numa situação constrangedora
Onde num momento de timidez
E paixão,
Não pude segurar o coração
Que se exaltou e pulou.
Pulou e elogiou.
Falou tudo que podia dizer,
Falei dos seus olhos,
Falei do seu sorriso,
Falei que ajudaria a saber mais
Falei
Falei
Falei
Mas ela não estava interessada
Ela não queria me ouvir
Ela não me queria
Tão rápido quanto eu falei,
Ela se de o trabalho de me esquecer
Entrei em desespero
Aquilo não podia acontecer
Eu queria ela
Ela era meu ópio
Eu era um dependendo químico
Meu coração precisava do seu potássio para bater
Minha respiração precisava do seu ar
Minha mente precisava das suas palavras...
Então o destino sorriu para mim
Lembrei que ela ia para minha sala
E se ela fosse, deveria conhecer alguém
E conhecia!
E essa pessoa era minha amiga!
Tudo parecia caminha para dar certo
Falei com ela de novo
E de novo
De novo...
E naquela euforia
Surge outra pergunta
Uma pergunta mais fácil,
Que perguntei para minha amiga
Tenho chance?
Tenho chance de ficar intimo?
Tenho chance de poder tocar seus cabelos?
Tenho chance de um dia poder dizer:
Minha?
Então meu mundo desabou
Como um balde de água fria
Sua resposta congelou meu coração
Ela simplesmente
Facilmente
Sem dificuldade,
Disse que não
Que aquela menina dos olhos brilhantes,
Do sorriso conquistante,
Da voz suave
Ela era difícil
Já havia negado grandes nomes
E eu,
EU!!!
O que era eu perante aqueles!
Se até meus heróis falharam,
Qual seria a minha motivação?
Procurei motivação,
Busquei-a,
E enfim,
Encontrei-a.
Era óbvio!
Como todo apaixonado,
Lutaria por amor,
Lutaria por ela,
Sem medo de quebrar a cara
Sem medo de ser rejeitado.
Continuei falando,
E ela...
Respondia!!!
Isso era bom?
Não não era...
Deveria...
Mas não era...
Quando eu digo que ela respondia
É por que é isso que ela fazia
Ela SÓ respondia
Não havia reciprocidade...
Ela, muito fechada..
Muito na dela...
Mas só comigo!
Eu via como ela tratava os outros,
Via a animação
Via a exaltação...
Mas eu não podia desistir!
Só de ouvir a sua voz
Eu já me sentia bem...
Então veio o SAS...
Eu, o garoto NERD
Feio,
Mas inteligente...
Seria útil a ela
Séria importante
Seria o centro de sua atenção
Dei fila,
Dei pesca,
Dei cola.
Ajudei a menina a tirar uma nota regular
E a partir dai,
O jogo mudou de lado
Ela era grata,
Ela falava comigo.
Havia reciprocidade,
Havia perguntas feitas por ela.
Vieram as férias...
E com isso o esquecimento
O tempo passou
Passou
Passou
Passou...
O tempo passou
E eu passei o tempo
Curti
Sorri
Chorei
Sofri
Levantei
Me animei
Corri
Aquele tempo foi ótimo
Mas nada poderia ser melhor do que voltar para ela
Voltar para sua voz perto do meu ouvido
Voltar para o calor de um abraço inesperado
Voltar para seu sorriso...
O mesmo sorriso de antes...
A mesma intensidade...
A mesma força...
Mas que seu saberia que era para mim.
Voltei,
Não para Passágara,
Onde eu conheço o rei,
Mas para Olinda mesmo,
Onde tenho amigos e colegas,
Onde tenho diversão e estudo
Onde tenho sua presença.
E foi bom
Virei seu amigo
Horas e horas a fio
Trabalhando nela
Investindo nela como um empresário na Dow Jones
Moldando-me nela como um Ourives molda o ouro
Tentei várias abordagens
Mas nenhuma funcionava
Eu sabia que ela tava entendendo,
Mas ela se fazia de besta,
Se aproveitava de cada caminho para mudar a situação
Revertia
Não respondia quando podia
E eu, ficava sem entendê-la...
E ainda não a entendo
Não a entendo e não a conheço
Eu não a conheço
Eu não sei seu sobrenome
Eu não sei onde ela mora
Não sei o nome do seu pai
Nem sei do que ela gosta
Tudo que eu conheço
São as curvas do seu rosto
E cada pontinho brilhante
Nesses seus olhos,
Bonitos, Profundos e Misteriosos
Conheço cada pedacinho de carne
Desses seus lábios carnudos
Conheço cada tipo de sorriso
Que pode sair daquele rosto bipolar
Às vezes,
Me chateio com ela
Fico com raiva,
Com ódio.
Mas nunca dura muito tempo...
Chateado em momentos simples,
Como quando a chamo para sair
E ela diz não
Mas descubro que ela sai com outra amiga...
Com raiva em momentos mais complexos,
Como quando chamo-a pra dançar
E ela diz não,
Dizendo que não sabe dançar.
Mas que depois aparece dançando com outra pessoa
Outras vezes,
Me alegro,
Quando ela pede um abraço,
Pede para eu tratá-la bem,
Com carinho,
E me trata de forma igual.
Ela sabe dos meus sentimentos por ela.
Por que eu a falei
Num momento de coragem
Tentei, me lhe mostra o meu lado
E ela, tímida como nunca vi,
Tentava escapar
Como das outras vezes
Mas dessa vez eu não deixei dúvida
Lhe roubei um beijo,
E essa ameaçou ficar com raiva de mim
Disse que precisava de um tempo
Que o tempo diria se eu vou poder tê-la
Disse-me para esperar.
Estou esperando,
Esperando
Não como um trabalhador espera por seu ônibus
Não como um turista espera seu avião
Pois esses tem certeza de que seu tempo vai chegar
Espero como um matuto espera pela chuva
Como um cristão espera pelo milagre
Como uma pessoa pobre espera pela ajuda.
Espero,
Espero,
Te espero.
O tempo passa...
A espera acaba,
O sonho acaba
O que fazer para tê-la?
Nada?
Nada!
Sua presença ainda está aqui
Sua presença ainda está aqui
Não caminhando ao meu lado
Mas correndo a frente
Correndo para brilhar
Aquela menina?
Aquela Menina!!!
Todos os dias eram iguais,
Aula, aula e mais aula
Nós já não aguentávamos mais
Para nossa sorte,
Nos intervalos dessas,
Umas amigas
E as vezes uns amigos,
Tocavam violão e cantavam em coro
Reanimando
Reacordando
Reposicionando nossos corações
Um momento mágico
Que era tão importante quanto a aula
Tão importante quanto a nauta
Tão importante quanto o doce som da flauta
E assim era a vida,
Alternando entre o cansativo
E o excitante.
Mas um dia tudo mudou.
Uma menina diferente apareceu
Para assistir nossos shows particulares
Outros já viam
Mas ela era diferente
Tinha algo nos seus olhos
Algo que nos prendiam
Você olhava e ficava enfeitiçado.
E quando você menos esperava
Ela retribuía
Olhava de volta
Como se percebesse que era o centro
O centro de todas as atenções
O centro da minha atenção
E era nesse momento
Quando esta notava
Que eu estava admirando-a
Admirando como um pai admira um filho ao passar no vestibular
Admirando como um artista admira ao ver sua obra feita
Admirando como gregos admiravam seus heróis
Nesse momento
Surgia algo diferente
Algo inesperado
Algo que animava,
Queimava,
Intimidava
Mais do que a música do violão,
Mais do que o fogo em uma fogueira,
Mas do que um sermão.
Essa coisa surgia e iluminava o meu coração
Essa coisa
Era uma coisa comum
Mais uma coisa diferente
Coisa que você ver em todo canto
Mas nenhuma lhe prende tanto
Nenhuma lhe anima tanto
Nenhuma tem um efeito tão apaixonante quanto
Essa coisa
Essa coisa que a menina usava
Usava para enfeitiçar quem o visse,
Era um sorriso.
E foi por esse sorriso que eu me apaixonei
Não tenho medo de admitir,
Mas aquele sorriso me pegou de surpresa
Veio como um tiro de caçador em um predador
Sempre despreparado para o maior.
E era isso que eu me sentia...
MAIOR!
Excepcional!
Como um leão se acha o rei,
Eu me sentia o príncipe
Não sei se por causa da minha baixa autoestima relacionada a altura
Ou se por qualquer outro fator externo que tenha aparecido
Mas vamos esquecer o eu
E vamos lembrar o ELA!
Ela...
Ela era maior do que eu imaginava
Eu já admirava seu olhar.
Olhar profundo
Misterioso.
Mas depois que ela mostrou sua outra arma,
Me desmontou.
Um tiro a queima roupa.
Um remédio escondido.
Um ataque no coração.
E assim se passaram os dias...
Com a música tocando,
E a menina aparecendo...
Eu a achava uma mutante,
Pois tão rápido quanto eu a olhasse,
Mais rápido ainda ela sorria.
Eu já não aguentava mais!
Era viciante
Era uma droga
E eu seu dependente
Mas assim como qualquer outro drogado
Queria algo mais
Se seu olhar me prendia,
Seu sorriso me paralisava,
O que fariam suas palavras?
Esse era o meu desafio
Falar.
Dia após dia
Sempre esperando o momento certo
Sempre esperando a oportunidade certa
Esperando
Esperando...
Eu não conseguia me aproximar
Sempre que a coragem era suficiente para me fazer levantar,
Surgia uma frase na minha cabeça:
"E se..."
E se ela me achar feio?
E se ela for comprometida?
E se eu estiver enganado quanto a intenção do sorriso?
E se ela me achar chato?
E se isso?
E se aquilo?
E se...
Era frustante...
O coração queria,
Mas a razão segurava...
O que fazer?
Eu me perguntava...
Até um dia a paixão venceu o medo
E eu fui falar
Falei com ela
E me arrependi de te falado
A conheci de forma ridícula
Numa situação constrangedora
Onde num momento de timidez
E paixão,
Não pude segurar o coração
Que se exaltou e pulou.
Pulou e elogiou.
Falou tudo que podia dizer,
Falei dos seus olhos,
Falei do seu sorriso,
Falei que ajudaria a saber mais
Falei
Falei
Falei
Mas ela não estava interessada
Ela não queria me ouvir
Ela não me queria
Tão rápido quanto eu falei,
Ela se de o trabalho de me esquecer
Entrei em desespero
Aquilo não podia acontecer
Eu queria ela
Ela era meu ópio
Eu era um dependendo químico
Meu coração precisava do seu potássio para bater
Minha respiração precisava do seu ar
Minha mente precisava das suas palavras...
Então o destino sorriu para mim
Lembrei que ela ia para minha sala
E se ela fosse, deveria conhecer alguém
E conhecia!
E essa pessoa era minha amiga!
Tudo parecia caminha para dar certo
Falei com ela de novo
E de novo
De novo...
E naquela euforia
Surge outra pergunta
Uma pergunta mais fácil,
Que perguntei para minha amiga
Tenho chance?
Tenho chance de ficar intimo?
Tenho chance de poder tocar seus cabelos?
Tenho chance de um dia poder dizer:
Minha?
Então meu mundo desabou
Como um balde de água fria
Sua resposta congelou meu coração
Ela simplesmente
Facilmente
Sem dificuldade,
Disse que não
Que aquela menina dos olhos brilhantes,
Do sorriso conquistante,
Da voz suave
Ela era difícil
Já havia negado grandes nomes
E eu,
EU!!!
O que era eu perante aqueles!
Se até meus heróis falharam,
Qual seria a minha motivação?
Procurei motivação,
Busquei-a,
E enfim,
Encontrei-a.
Era óbvio!
Como todo apaixonado,
Lutaria por amor,
Lutaria por ela,
Sem medo de quebrar a cara
Sem medo de ser rejeitado.
Continuei falando,
E ela...
Respondia!!!
Isso era bom?
Não não era...
Deveria...
Mas não era...
Quando eu digo que ela respondia
É por que é isso que ela fazia
Ela SÓ respondia
Não havia reciprocidade...
Ela, muito fechada..
Muito na dela...
Mas só comigo!
Eu via como ela tratava os outros,
Via a animação
Via a exaltação...
Mas eu não podia desistir!
Só de ouvir a sua voz
Eu já me sentia bem...
Então veio o SAS...
Eu, o garoto NERD
Feio,
Mas inteligente...
Seria útil a ela
Séria importante
Seria o centro de sua atenção
Dei fila,
Dei pesca,
Dei cola.
Ajudei a menina a tirar uma nota regular
E a partir dai,
O jogo mudou de lado
Ela era grata,
Ela falava comigo.
Havia reciprocidade,
Havia perguntas feitas por ela.
Vieram as férias...
E com isso o esquecimento
O tempo passou
Passou
Passou
Passou...
O tempo passou
E eu passei o tempo
Curti
Sorri
Chorei
Sofri
Levantei
Me animei
Corri
Aquele tempo foi ótimo
Mas nada poderia ser melhor do que voltar para ela
Voltar para sua voz perto do meu ouvido
Voltar para o calor de um abraço inesperado
Voltar para seu sorriso...
O mesmo sorriso de antes...
A mesma intensidade...
A mesma força...
Mas que seu saberia que era para mim.
Voltei,
Não para Passágara,
Onde eu conheço o rei,
Mas para Olinda mesmo,
Onde tenho amigos e colegas,
Onde tenho diversão e estudo
Onde tenho sua presença.
E foi bom
Virei seu amigo
Horas e horas a fio
Trabalhando nela
Investindo nela como um empresário na Dow Jones
Moldando-me nela como um Ourives molda o ouro
Tentei várias abordagens
Mas nenhuma funcionava
Eu sabia que ela tava entendendo,
Mas ela se fazia de besta,
Se aproveitava de cada caminho para mudar a situação
Revertia
Não respondia quando podia
E eu, ficava sem entendê-la...
E ainda não a entendo
Não a entendo e não a conheço
Eu não a conheço
Eu não sei seu sobrenome
Eu não sei onde ela mora
Não sei o nome do seu pai
Nem sei do que ela gosta
Tudo que eu conheço
São as curvas do seu rosto
E cada pontinho brilhante
Nesses seus olhos,
Bonitos, Profundos e Misteriosos
Conheço cada pedacinho de carne
Desses seus lábios carnudos
Conheço cada tipo de sorriso
Que pode sair daquele rosto bipolar
Às vezes,
Me chateio com ela
Fico com raiva,
Com ódio.
Mas nunca dura muito tempo...
Chateado em momentos simples,
Como quando a chamo para sair
E ela diz não
Mas descubro que ela sai com outra amiga...
Com raiva em momentos mais complexos,
Como quando chamo-a pra dançar
E ela diz não,
Dizendo que não sabe dançar.
Mas que depois aparece dançando com outra pessoa
Outras vezes,
Me alegro,
Quando ela pede um abraço,
Pede para eu tratá-la bem,
Com carinho,
E me trata de forma igual.
Ela sabe dos meus sentimentos por ela.
Por que eu a falei
Num momento de coragem
Tentei, me lhe mostra o meu lado
E ela, tímida como nunca vi,
Tentava escapar
Como das outras vezes
Mas dessa vez eu não deixei dúvida
Lhe roubei um beijo,
E essa ameaçou ficar com raiva de mim
Disse que precisava de um tempo
Que o tempo diria se eu vou poder tê-la
Disse-me para esperar.
Estou esperando,
Esperando
Não como um trabalhador espera por seu ônibus
Não como um turista espera seu avião
Pois esses tem certeza de que seu tempo vai chegar
Espero como um matuto espera pela chuva
Como um cristão espera pelo milagre
Como uma pessoa pobre espera pela ajuda.
Espero,
Espero,
Te espero.
O tempo passa...
A espera acaba,
O sonho acaba
O que fazer para tê-la?
Nada?
Nada!
Sua presença ainda está aqui
Sua presença ainda está aqui
Não caminhando ao meu lado
Mas correndo a frente
Correndo para brilhar
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Quem sou eu? (1)
Quem sou eu?
Faço-me essa pergunta todos os dias.
Me olho no espelho,
Começo a espremer alguns cravos,
Arrancar alguns fiapos de barba que restaram,
Me encarar.
Tenho olheiras.
Mas em que elas me simplificam, me resumem?
Em uma pessoa cansada, que se esforça demais?
Em uma pessoa preguiçosa, que vive dormindo?
Em uma pessoa dissimulada?
Ou em um sonhador, que dorme muito,
Mas que sempre acorda no meio do sonho
Para visitar a realidade.
Abrindo os olhos para ela
Caindo em sua verdade cruel
Confusa e pessoal.
Presto mas atenção.
Descubro que não sei sorrir.
Minhas fotos nunca saem boas.
O que isso significa?
Que eu sou muito introvertido e que não consigo me abrir nem para um simples sorriso?
Que simplesmente nunca aprendi a me expressar de outra forma sem ser através das palavras, frias e diretas?
Ou que sou como um palhaço ruim?
Um palhaço ruim!!!
Aquele que se esforça para fazer todos felizes
Que se sacrifica para manter um sorriso na cara de quem ele ama
Mas que não é correspondido.
Que faz mas não é reconhecido.
O palhaço frustado!
Que pinta a cara
Não para fazer os outros rirem,
Mas sim para disfarçar sua tristeza e armagura.
Você se afasta do espelho,
Nota o tamanho.
Pequeno
Sem grande porte.
Seria isso um reflexo do meu corpo?
Ou da minha personalidade fraca,
Facilmente sugestiva?
Dizem que tenho o coração grande...
Será?
Será que essa coisa que bate aqui,
É movida a bondade?
Ou seria apenas jogo de interesses?
Não penso que eu seja interesseiro...
Mas sou sincero,
E seria bom admitir que não faço tudo só pelos outros.
Gosto de mim,
E gosto de como as pessoas vão me ver se eu gostar delas
Aposto que esse meu trecho ficou dúbio,
Mas para não deixar dúvida meu caro leitor,
Eu não consigo ver ninguém triste!
Faz parte de mim, dos meus instintos fazer o bem.
Gosto de tomar a iniciativa
De levar todos para frente,
Sorrindo
Felizes...
Fecho hoje com isso.
Faço-me essa pergunta todos os dias.
Me olho no espelho,
Começo a espremer alguns cravos,
Arrancar alguns fiapos de barba que restaram,
Me encarar.
Tenho olheiras.
Mas em que elas me simplificam, me resumem?
Em uma pessoa cansada, que se esforça demais?
Em uma pessoa preguiçosa, que vive dormindo?
Em uma pessoa dissimulada?
Ou em um sonhador, que dorme muito,
Mas que sempre acorda no meio do sonho
Para visitar a realidade.
Abrindo os olhos para ela
Caindo em sua verdade cruel
Confusa e pessoal.
Presto mas atenção.
Descubro que não sei sorrir.
Minhas fotos nunca saem boas.
O que isso significa?
Que eu sou muito introvertido e que não consigo me abrir nem para um simples sorriso?
Que simplesmente nunca aprendi a me expressar de outra forma sem ser através das palavras, frias e diretas?
Ou que sou como um palhaço ruim?
Um palhaço ruim!!!
Aquele que se esforça para fazer todos felizes
Que se sacrifica para manter um sorriso na cara de quem ele ama
Mas que não é correspondido.
Que faz mas não é reconhecido.
O palhaço frustado!
Que pinta a cara
Não para fazer os outros rirem,
Mas sim para disfarçar sua tristeza e armagura.
Você se afasta do espelho,
Nota o tamanho.
Pequeno
Sem grande porte.
Seria isso um reflexo do meu corpo?
Ou da minha personalidade fraca,
Facilmente sugestiva?
Dizem que tenho o coração grande...
Será?
Será que essa coisa que bate aqui,
É movida a bondade?
Ou seria apenas jogo de interesses?
Não penso que eu seja interesseiro...
Mas sou sincero,
E seria bom admitir que não faço tudo só pelos outros.
Gosto de mim,
E gosto de como as pessoas vão me ver se eu gostar delas
Aposto que esse meu trecho ficou dúbio,
Mas para não deixar dúvida meu caro leitor,
Eu não consigo ver ninguém triste!
Faz parte de mim, dos meus instintos fazer o bem.
Gosto de tomar a iniciativa
De levar todos para frente,
Sorrindo
Felizes...
Fecho hoje com isso.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Welcome to my world
Estou pensando seriamente em virar escritor...
É tão relaxante...
Uma sensação de estar falando consigo mesmo,
Como se minha consciência não fosse parte de mim,
Mas sim o ser separado...
Lembro-me ter lido um livro de Philip Pullman...
Uma série, chamada Fronteiras do Universo.
Onde em um dos mundos que se passa a história,
As pessoas não tinham consciência, não tinham alma.
Tinham na verdade daemmon.
Daemmon, ao pé da letra é demônio.
Mas no sentido do texto ele era uma alma corporada
Estou me sentindo como no livro
Onde eu sou um humano,
E o computador é minha alma.
Posso conversar com ele,
Dialogar, retratar cada sentimento.
Como esse é meu primeiro teste,
Quero escrever pouco.
Não me revelar de cara.
Então... Tchau!
É tão relaxante...
Uma sensação de estar falando consigo mesmo,
Como se minha consciência não fosse parte de mim,
Mas sim o ser separado...
Lembro-me ter lido um livro de Philip Pullman...
Uma série, chamada Fronteiras do Universo.
Onde em um dos mundos que se passa a história,
As pessoas não tinham consciência, não tinham alma.
Tinham na verdade daemmon.
Daemmon, ao pé da letra é demônio.
Mas no sentido do texto ele era uma alma corporada
Estou me sentindo como no livro
Onde eu sou um humano,
E o computador é minha alma.
Posso conversar com ele,
Dialogar, retratar cada sentimento.
Como esse é meu primeiro teste,
Quero escrever pouco.
Não me revelar de cara.
Então... Tchau!
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